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Posts Tagged ‘Jardins’

 

As pessoas que vivem em apartamentos por vezes tem vontade de possuir algumas plantas, trazer verdes para junto de si, um pouco da natureza que cada vez mais está longe dos habitantes de cidades de concreto e vidro.

Quem tem uma sacada (ou varanda) pode estabelecer um pequeno ambiente ajardinado sem muitos problemas e poderá satisfazer seu desejo de ser um jardineiro, nem que em pequena escala.

Será preciso considerar iluminação e ventos, os dois fatores para escolha das plantas e limitação de seu jardim de sacada.

No Brasil a exposição Norte e Oeste são as mais iluminadas.

Os ventos de cada região deverão ser considerados para cada situação.

Quando os ventos são fortes, a colocação de arbustos altos fica comprometida, pois podem virar os vasos e danificar as folhas.

Pode-se optar por usar plantas de folhas mais rígidas e pouca altura ou a colocação de barreiras de acrílico, bambu trançado ou vime que ajudam a diminuir o impacto do vento e são modernas opções. Treliças com trepadeiras também ajudam, além de formarem uma cortina de plantas que lhe darão privacidade maior.

 

Jardim para norte e oeste, com ventos leves

 

Este tipo de jardim terá a limitação do seu espaço na sacada. Todas as plantas de sol que gostar poderão ser dispostas: Arbustos, herbáceas perenes e de estação, muitas flores. Poderá ter frutíferas de pequeno porte como o kumquat e a romãzeira e até uma mini-horta de plantas medicinais.  Dá para ser bem feliz assim.

 

Jardim para leste, com a luz da manhã até um início de tarde.

 

Terá sol, mas como é menos intenso, poderá cultivar plantas de sol que toleram a meia sombra. Ervas aromáticas também podem ser cultivadas para chás e receitas.

 

O jardim para o sul

           

O jardim para o sul, se for abaixo do Trópico de Capricórnio, terá menos sol ou nenhum, quanto mais ao sul do Brasil estiver.

Este jardim, em algumas regiões pode ter ventos fortes na primavera e início do inverno.

As plantas deverão apreciar lugares iluminados sem sol direto, mas poderá ter algumas plantas com flores, sim.

Não se recomenda ervas e temperos nem plantas anuais que precisem de sol direto.

 

Regiões litorâneas

 

Regiões litorâneas onde temos ventos do mar e ventos de terra alternando-se, alguns são fortes o suficiente para desfolhar as plantas mais sensíveis. Use treliças e quebra-ventos antes de implantar este jardim.  Se tiver sol e clima ameno ou quente, poderá fazer um belo jardim tropical.

 

A água é um dos fatores importantes a considerar.

 

Qualquer que seja a situação geográfica de seu jardim, a água é um dos fatores importantes a considerar.

Se optar por vasos individuais, cada planta deverá receber regas adequadas ao seu tipo, evite molhar cactos e suculentas na mesma freqüência que as helicônias e bambus, por exemplo. Pode optar por um sistema de regas por gotejamento, informe-se na sua região qual a empresa que trabalha com irrigação controlada.

Alguns equipamentos possuem sensores de umidade e ligam automaticamente, libertando você do medo de esquecer de regar, poderá sair de férias sem culpa.

O tipo de substrato é característico para cada planta, se adquiriu muda para trocar de vaso, informe-se antes qual o mais adequado.

Não esqueça de proteger o furo de drenagem, evitando encharcamentos e podridões de raízes.

Se fizer arranjos de plantas num mesmo vaso, estas precisam ter as mesmas necessidades de iluminação, regas e tipo de substrato.

Quando o edifício foi planejado, os profissionais determinaram a quantidade de peso que a sacada pode suportar. Se sua intenção for a colocação de vasos grandes e pesados e mais mobiliário, pedras ou piso e que tenha muito peso, previna-se indagando com eles se não estará próximo do limite de segurança. Não coloque em risco a vida e o patrimônio, seu e dos outros.

Abrir a porta da sacada e ver o jardim será sempre um prazer.

Trazer a natureza para junto de si, com a energia positiva das plantas, acompanhar as estações e aguardar o florescimento, garimpar nas floriculturas novas amigas para viver com você. Isto, meus amigos, não tem preço.

 

 

Miriam Stumpf

 

Via: Faz Fácil

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A iluminação artificial é arte e técnica de iluminar. É técnica, pois requer cálculos onde os fatores básicos são a dimensão, a função do ambiente, a refletância dos materiais e outros mais. É arte porque está ligada a sensibilidade de quem a projeta, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos e ainda por criar uma nova visão proporcionando beleza.

Em um jardim, a iluminação artificial adequada realça caminhos, dá destaque a árvores e arbustos, multiplica o colorido das flores e, sobretudo, oferece segurança.Existem vários tipos de efeitos de iluminação utilizados em jardim, como por exemplo:

Iluminação focal: direcionada, possui a atenção para um ponto específico do jardim: arbustos, esculturas e centros de interesses.

Iluminação indireta: demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos.

Iluminação geral: ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas, como por exemplo:

Spot e projetores: são indicados para criar efeitos especiais, como o da iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado.

Postes: indicados para iluminar uma área de maneira geral. Porém, é recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas.

Balizadores e mini postes: ideais para iluminar caminhos e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos.

Arandelas: também chamadas de “varre paredes”, normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local.Estas luminárias devem ser específicas para as áreas externas: devem ter proteção contra sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, fiação resistente, vedação eficiente e borrachas de pressão.

As lâmpadas, normalmente, são determinadas na escolha das luminárias. Por exemplo: um refletor já possui especificado o tamanho da lâmpada, o encaixe da boquilha e a potência máxima de watts que suporta.

 

 

No projeto de iluminação para jardim deve se levar em consideração a função do jardim à noite; a arquitetura do local e o projeto do jardim. Além disso, deve prever a capacidade da rede elétrica disponível, o que é feito através da consulta de um técnico em eletricidade. A instalação da iluminação no jardim é sempre de responsabilidade de eletricistas ou firmas que prestam esse tipo de serviço. Seja qual for a forma de iluminar jardins, a iluminação externa deve proporcionar segurança e beleza.

 

Via: http://www.arteplural.com.br/

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